O diretor do Instituto Paulo Pasquali participou do lançamento do livro a convite dos 13 profissionais que desenvolvem pesquisas na área na Faculdade São Leopoldo Mandic, em Campinas, SP.
O livro é um compêndio de artigos escritos pelos pesquisadores a partir de pesquisas do uso de células-tronco na odontologia regenerativa periodontal, óssea, dos tecidos moles, pulpar e dental. Até agora, o uso das células-tronco na odontologia ainda não é permitido pela Anvisa- Agência Nacional de Vigilância Sanitária, porém os estudos e pesquisas estão avançando e apresentando bons resultados para casos de necessidade de formação óssea, regeneração de tecidos, reposição de dentes e estruturas auxiliares e para recuperação de dentes que não tem mais vida.
Durante o evento, o doutor Paulo Pasquali teve oportunidade de comparar os estudos e a realidade do método de Transplante Celular Odontológico. O Doutor Vitor Neves, da King College, de Londres, que participou do evento e falou sobre “Odontologia Regenerativa e Translacional: técnicas atuais e perspectivas futuras” deixou claro que “as pesquisas com o uso das células- tronco apresentam grandes novas possibilidades de regeneração de dentes, ossos e tecidos, porém, muitas ainda não tem aplicabilidade e funcionalidade clínica”.
Diferente das pesquisas, onde se considera a manipulação das células-tronco para a regeneração na odontologia, o método TCO desenvolvido por Pasquali, já possui protocolo de utilização e já é liberado para utilização em humanos.
“O TCO utiliza o sangue medular mandibular sem manipulação, in natura, algo muito precioso do corpo humano. O método é inédito e apresenta grande evolução na utilização destas células na regeneração, e abrange todos os defeitos ósseos de pequeno, médio e grande porte, além que possuir 4 técnicas inéditas para ganho de aumento vertical e horizontal de mandíbulas, tudo isso com baixo custo de matérias, apenas com o acréscimo de conhecimento fisiológico”, ressaltou.
Ele disse, também, que outras áreas ainda estão buscando utilizar o sangue medular e tudo o que acontece neste universo interessa ao Instituto. “Por isso estamos sempre conectados a pesquisadores para auxiliar e acompanhar de perto os resultados. Nós acreditamos na regeneração do corpo pelo próprio corpo e essa filosofia vem ao encontro de tudo o que está sendo pesquisado”.





