Pesquisa e inovação

A união entre ortopedia, hematologia e odontologia

para melhorar os resultados de enxertia óssea e trazer novas possibilidades a profissionais e pacientes.

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Odontologia + Medicina

Aproximação entre especialidades

No desenvolvimento do TCO – Transplante Celular Odontológico, Dr. Paulo Pasquali buscou a aproximação da odontologia à ortopedia para entender mais sobre as características do osso e à hematologia para compreender melhor o sangue, a fonte da vida.

Não é apenas a cirurgia que garante o sucesso da enxertia

Após várias conversas, em 2020 o médico ortopedista Dr. Rodrigo Dall’agnoll fez o curso de TCO para entender a lógica do método e avaliar se era possível utilizá-lo na ortopedia.

A partir desse momento, Dr. Rodrigo passou a fazer parte do Instituto, trazendo uma visão sobre o sistêmico total do paciente para trabalhar a regeneração óssea.

A criação do

GPS do Cálcio

Com o avanço do entendimento sobre o método TCO, Dr. Rodrigo e Dr. Paulo iniciaram as pesquisas para a criação de uma fórmula que pudesse ser dada ao paciente para que seu organismo trabalhasse a favor do enxerto.

Além dela, um protocolo de quais exames pré-operatórios deveriam ter atenção especial e o que era preciso avaliar para evitar imprevistos na enxertia foi estabelecido.

Esse protocolo de tratamento visando o sistêmico do paciente é chamado de GPS do Cálcio, que o aluno aprende no Curso de TCO.

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Pesquisa e desenvolvimento

Pesquisas contínuas

Hoje, as pesquisas unindo ortopedia e odontolgia continuam.
Veja o que está sendo desenvolvido.

#01 / Futuro do TCO

A aplicação do TCO na ortopedia

#02 / Futuro da enxertia óssea

Enxertia para quem não pode fazer enxerto

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Histórico:

O primeiro contato

Após realizar o curso de TCO e perceber as possibilidades que existiam para a humanidade, Dr. Rodrigo Dall’agoll deixou sua mensagem.

O TCO continua evoluindo com futuro ainda mais promissor.

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Manutenção do controle de resultados do TCO.

O Instituto Paulo Pasquali realiza o controle contínuo dos procedimentos de enxertia óssea não autógena com o uso do método TCO através da análise histológica do enxerto por microscopia.

O processo baseia-se na coleta de material do local enxertado, biópsia, catalogação das amostras, criação das lâminas e análise histológica através da microscopia.

Análise histológica do enxerto com método TCO através da microscopia
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Análise histológica do enxerto com método TCO através da microscopia.

Lâminas de enxertia óssea para análise.
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Microscopia para análise das lâminas.

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Processo de criação e análise do material coletado nas enxertias.

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Avanço do método para a ortopedia médica

O TCO como método universal de formação óssea

O TCO surgiu como um método que possibilita segurança e previsibilidade na formação de osso na região de atuação do dentista.

Agora, a união entre a medicina e a odontologia possibilita que o TCO seja aplicado na ortopedia, com a formação de ossos em regiões maiores.

Os estudos e pesquisas para que essa seja uma realidade estão em andamento, com resultados iniciais animadores.

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Pesquisa e desenvolvimento

Osteogênese, osteocondução e osteoindução do enxerto ósseo em regiões mais volumosas.

As pesquisas para solucionar os gaps existentes do TCO em regiões diferentes estão sendo realizadas pelo Dr. Rodrigo Dall’Agnoll e pelo Dr. Paulo Pasquali.

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A enxertia óssea para todos que precisam.

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Pacientes que não podem realizar enxertos ósseos: como lidar?

Hoje, paciente com diabetes ou que fazem uso de medicamentos como alendronato com o intuito de evitar fraturas ósseas não podem ou enfrentam grandes riscos ao realizar uma enxertia óssea.

Essa condição se aplica tanto para a medicina quanto para a odontologia e impede que muitos pacientes que precisam da enxertia não possam realizar o procedimento.

Pesquisas já estão sendo realizadas pelo Dr. Paulo Pasquali e pelo Dr. Rodrigo Dall’Agnol visando, através da fisiologia, possibilitar que pacientes nestas condições consigam realizar os procedimentos que precisam.

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Pesquisa e desenvolvimento

Como a fisiologia pode permitir que pacientes que não podem realizar enxertias ósseas consigam fazer o procedimento sem riscos através da suplementação de vitaminas e sais minerais.

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